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Vencendo o autismo com o Programa Son-Rise! Aos Pais de Autistas, aos Professores de Autistas...

Queridos e queridas do Colcha de Saberes,

Este fim de semana tive o prazer indescritível de ouvir depoimentos e informações em vídeos do Programa Son-Rise para atendimento à autistas. A novidade deste programa é que foi inspirado em um casal norte americano que o criou, vivenciou em e com o  seu filho isso possibilitou crescimento espantoso... Bem, espero que vocês mesmo constatem os fatos!!!

No Brasil temos a Psicóloga Juliana Alves Santiago, que representa o uso do método por aqui. E a novidade é que há cursos para ajudar os pais a fazer uso destas técnicas. Alguns pais, que a começaram a fazer uso, estão muito felizes com os resultados!!!! O curso não é tão barato assim... mas vale à pena investir, em função dos tão excelentes resultados!!!

O site da Psicóloga Juliana Alves Santiago:  http://www.julialves.com.br/sonrise/

E o site indicado para maiores informações sobre o Son-Rise: http://www.inspiradospeloautismo.com.br/

Princípios do Método Son-Rise: http://www.vencerautismo.org/principios-do-metodo-son-rise/

Postarei alguns vídeos sobre o Programa Son-Rise.

Espero que a novidade ilumine e abençoe a vida de muitos pais que se vêm sem saída!




Abraços e bênçãos, 


Ana Larrubia Andrade




AUTISMO REVERTIDO – RAUN KAUFMAN

PROGRAMA SON-RISE – PSICOLOGA JULIANA ALVES SANTIAGO







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Produção Textual e Critérios de Correção - Anos 2 ao 5 - 1º Bimestre

Queridos e queridas do blog,

A produção textual dos nossos alunos tem sido um desafio para todos nós, professores de todos os níveis de ensino, e principalmente para nós, alfabetizadores e professores do primeiro segmento do ensino fundamental.

Abaixo, postamos um material usado no ano letivo de 2014 pela Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura do Rio de Janeiro. Este material está dividido em duas partes: 
1) Os Temas das Produções para cada ano de escolaridade.
2) Os Critérios definidos para a correção da produção do aluno.

Obviamente, este material é apenas uma das muitas sugestões do que olhar em uma atividade de correção de produção escrita. Esperamos que este material enriqueça as discussões e ações em torno deste assunto.


Vamos conferir o material?

Com carinho,

Ana Larrubia



TEMAS PARA AS PRODUÇÕES ESCRITAS:





CRITÉRIOS PARA A CORREÇÃO DAS PRODUÇÕES ESCRITAS:











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Porções de Sabedoria e Fé -Semana 7 / 2015

Porções de Sabedoria e Fé desta semana...

O evangelho segundo Mateus completo, versão vídeo. 


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Livro "Leitura, Escrita e Análise Linguística - Alguns pressupostos teórico-metodológicos"

Queridos e queridos do blog,

Apresentamos um bom material de fundamentos linguísticos para os professores que lidam com alfabetização. O livro "Leitura, Escrita e Análise Linguística - Alguns pressupostos teórico-metodológicos" foi feito pela equipe de Língua Portuguesa da Secretaria de Educação da Prefeitura do Rio de Janeiro e pretende ajudar no aprofundamento teórico-metodológico do professor alfabetizador.

Abaixo deixo a capa, o sumário e a primeira página da introdução do referido livro, como "tira-gosto". O livro todo pode ser baixado no link que deixei ao fim desta postagem.


Abraços e bênçãos,

Ana Larrubia





"Leitura, Escrita e Análise Linguística - Alguns pressupostos teórico-metodológicos"




Link para baixar gratuitamente o livro: 


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Aprendendo coisas especiais em situações simples...

Queridos e queridas do Colcha de Saberes,

A vida é assim... Se olharmos direitinho aprenderemos coisas especiais nas situações mais simples... Deus sempre apresenta um novo modo de nos ensinar vida à fora... 

Um dia abençoado à todos! 

Com carinho, 

Ana Larrubia Andrade




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Descritores de Ciências do Bimestre 1 - Anos 4 e 5

Olá queridos e queridas do blog,

Hoje a postagem é sobre os Descritores de Ciências, promessa de postagem feita quando colocamos à disposição de todos, aqui no blog, os Cadernos Pedagógicos da Secretaria de Educação da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Os Descritores, como o nome já sugere, descrevem as habilidades previstas ou esperadas em dado ANO, em dada DISCIPLINA, e em dado BIMESTRE. 

Postamos abaixo os Descritores de Ciências do 1º Bimestre - Anos 4 e 5.

As postagens anteriores sobre Cadernos Pedagógicos são materiais complementares:


CADERNOS PEDAGÓGICOS - ANOS INICIAS - BIMESTRE 1
CADERNOS PEDAGÓGICOS - ANO 4 - 1º BIMESTRE

Espero que este material complemente o nosso trabalho em sala de aula.

Com carinho,

DESCRITORES DE CIÊNCIAS - 1º BIMESTRE - ANOS 4 e 5:



Link do site de origem dos materiais postados:

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Descritores de Matemática do 1º Bimestre - Anos 3, 4 e 5

Olá queridos e queridas do Colcha de Saberes,

Hoje a postagem é sobre os Descritores, promessa de postagem feita quando colocamos à disposição de todos, aqui no blog, os Cadernos Pedagógicos da Secretaria de Educação da Prefeitura do Rio de Janeiro. 

Os Descritores, como o nome já sugere, descrevem as habilidades previstas ou esperadas em dado ANO, em dada DISCIPLINA, e em dado BIMESTRE. Os descritores do 1º bimestre têm disponível apenas os anos 3 e 4. 

Postamos abaixo os Descritores de Matemática do 1º Bimestre - Anos 3, 4 e 5.

Ontem postamos Os Descritores de Língua Portuguesa: 
http://colchadesaberes.blogspot.com.br/2015/02/descritores-de-lingua-portuguesa-do-1.html

As postagens anteriores sobre Cadernos Pedagógicos são materiais complementares:

CADERNOS PEDAGÓGICOS - ANOS INICIAS - BIMESTRE 1

CADERNOS PEDAGÓGICOS - ANO 4 - 1º BIMESTRE

Espero que este material complemente o nosso trabalho em sala de aula.

Com carinho,

Ana Larrubia




DESCRITORES DE MATEMÁTICA - 1º BIMESTRE - ANOS 3, 4 e 5:





Link do site original da postagem: 




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Descritores de Língua Portuguesa do 1º Bimestre - Anos 3, 4 e 5

Olá queridos e queridas do blog,

Hoje a postagem é sobre os Descritores, promessa de postagem feita quando colocamos à disposição de todos, aqui no blog, os Cadernos Pedagógicos da Secretaria de Educação da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Os Descritores, como o nome já sugere, descreve as habilidades previstas ou esperadas em dado ANO, em dada DISCIPLINA, e em dado BIMESTRE. Os descritores do 1º bimestre têm disponível apenas os anos 3 e 4. 

Postamos abaixo os Descritores de Língua Portuguesa do 1º Bimestre - Anos 3, 4 e 5.

As postagens anteriores sobre Cadernos Pedagógicos são materiais complementares:

CADERNOS PEDAGÓGICOS - ANOS INICIAS - BIMESTRE 1

CADERNOS PEDAGÓGICOS - ANO 4 - 1º BIMESTRE

Espero que este material complemente o nosso trabalho em sala de aula.

Com carinho,






DESCRITORES DE LÍNGUA PORTUGUESA - 1º BIMESTRE:




Link de origem do Material: 



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Cadernos Pedagógicos - 1º Bimestre - 5º Ano

Queridas e queridos do blog,

Conforme prometemos 
abaixo seguem os links dos Cadernos Pedagógicos da Prefeitura do Rio de Janeiro do Ano 5, do 1º Bimestre. O começo de cada um deles funciona bem para um levantamento diagnóstico inicial.


Abraços e bênçãos,



Ana Larrubia




Postamos anteriormente também:
*Cadernos Pedagógicos da Educação Infantil de 5 anos (http://colchadesaberes.blogspot.com.br/2015/01/cadernos-pedagogicos-1-bimestre.html), 
Cadernos Pedagógicos dos Anos Iniciais (http://colchadesaberes.blogspot.com.br/2015/01/cadernos-pedagogicos-1-bimestre-anos.html)  
Cadernos Pedagógicos do 4º Ano (http://colchadesaberes.blogspot.com.br/2015/01/cadernos-pedagogicos-1-bimestre-4-ano.html), 


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Conheça a história de uma professora que reinventou o jeito de dar aulas

Olá queridos do Colcha de Saberes!

Hoje trazemos para você uma matéria acerca de uma professora que tem sido uma inspiração. Conceição Guisard é uma professora de português de uma escola pública, em Planaltina, uma região administrativa de Brasília. Ela ganhou destaque porque conseguiu ajudar os alunos a perder o medo da temida redação. 25 foram aprovados no vestibular.


Vamos conhecer esta história? Veja os vídeos abaixo e se inspire!


Uma semana abençoada para todos!

Com Carinho,

Ana Larrubia









http://www.ebc.com.br/infantil/para-educadores/galeria/videos/2013/02/professora-do-df-inova-o-ensino-de-redacao

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Porções de Sabedoria e Fé - Semana 6 / 2015

Porções de Sabedoria e Fé desta semana...

Enxergando a vida com os olhos da fé...


(http://www.devocionaldiario.com.br/)

Pensamento: Nós somos limitados mas Deus não é !!! Ao olharmos para os problemas e dificuldades vemos nossa limitação, mas se nossa visão for baseada na fé, poderemos enxergar mais longe !!! Estaremos ampliando nossa capacidade, e assim vamos afastar toda palavra negativa, pois estaremos seguro sendo que a visão foi dada por Deus.


Oração: Pai querido, abre minha visão espiritual. Que eu possa enxergar a partir de hoje com os olhos da fé. Coloca um colírio nos meus olhos e assim farei com que meus caminhos sejam bons. Perdoa-me pelas palavras negativas e pela murmuração... Eu oro em nome de Jesus. Amém.

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Caderno Pedagógico - 1º Bimestre - Educação Infantil - 5 anos

Queridas e queridos do blog,

Abaixo seguem os links do Caderno Pedagógico da Prefeitura do Rio de Janeiro da Educação Infantil (5 anos) do 1º Bimestre. 


Abraços e bênçãos,







Caderno Pedagógico da Educação Infantil (5 anos) - 1º Bimestre


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Notícia: As 90 anos queniana entra na escola e é alfabetizada junto de seus bisnetos

Olá queridos e queridas do blog,

Trouxe hoje uma notícia que inspira a todos nós! Uma mulher queniana entra na escola e é alfabetizada junto de seus netos! Nunca é tarde para aprender e para investir em nossos sonhos!

Inspirem-se com a notícia abaixo!

Um dia abençoado à todos!

Ana Larrubia

Aos 90 anos, queniana entra na escola e é alfabetizada junto de seus bisnetos


Por  | Yahoo Notícias 
Reprodução/BBCReprodução/BBC



Uma senhora de 90 anos do Quênia tem sido a prova viva de que nunca é tarde para aprender. Ao lado de seus sete bisnetos, Priscilla Sitienei é considerada a mais velha estudante primária do mundo. Conhecida como Gogo, ela está em fase de alfabetização.

“Gogo é um exemplo não só para os alunos, que se motivam muito com a presença dela, mas também para todas as pessoas. Com essa idade e ela está começando, mostrando que sempre é tempo de aprender”, afirma David Kinyanjui, diretor da escola de Gogo.

E apesar da idade avançada, Gogo não tem nenhum privilégio em relação aos outros alunos. Participa de atividades físicas, faz todos os deveres e leva lições para fazer em casa. Tudo isso sempre nas primeiras fileiras, com dedicação impressionante.

Mais do que aprender, Priscilla também ensina. Por conta de sua idade, ela repassa tradições tribais para as crianças, que também são suas colegas de classe no processo de alfabetização. Os alunos, entre eles seus sete bisnetos, dizem “amar muito” Gogo e sua postura na escola.


https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3769749841100054172#editor/target=post;postID=6136510617604747511
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Cadernos Pedagógicos 1º Bimestre - Anos Iniciais - Levantamento Diagnóstico

Queridas e queridos do blog,

Abaixo seguem os links dos Cadernos Pedagógicos da Prefeitura do Rio de Janeiro dos Anos 1, 2 e 3. Eles funcionam bem para o período de levantamento diagnóstico.

Abraços e bênçãos,

Ana Larrubia

CADERNO PEDAGÓGICO - ANO 1 - BIMESTRE 1 

                                
                                  CADERNO PEDAGÓGICO - ANO 2 - BIMESTRE 1 




                                   CADERNO PEDAGÓGICO - ANO 3 - BIMESTRE 1



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Cadernos Pedagógicos - 1º Bimestre - 4º Ano

Queridas e queridos do blog,

Abaixo seguem os links dos Cadernos Pedagógicos da Prefeitura do Rio de Janeiro do Ano 4, do 1º Bimestre. O começo de cada um deles funciona bem para um levantamento diagnóstico inicial.

Abraços e bênçãos,

Ana Larrubia

CADERNO PEDAGÓGICO - ANO 4 - BIMESTRE 1 - LP



CADERNO PEDAGÓGICO - ANO 4 - BIMESTRE 1 - MAT



CADERNO PEDAGÓGICO - ANO 4 - BIMESTRE 1 - CIE




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Livro: Alfabetizar as Crianças na Idade Certa com Paulo Freire e Emília Ferreiro - Práticas

Olá, queridos e queridas do blog!

Como disse na postagem do dia 26/01/2015, estou fazendo uma série de três postagens (esta é a terceira) relatando um pouco desta pesquisa sobre um novo método de alfabetização que tem sido usado nas escolas do município de Presidente Prudente. 
A pesquisadora que conduz este trabalho é a Dra. Onaides Swartz que, junto com o pesquisador Olympio Correa Mendonça, que também é autor de pesquisas na área de alfabetização e sociolinguística estão lançando juntos o livro "Alfabetizar as Crianças na idade Certa com Paulo Freire e Emília Ferreiro - Práticas"

Fiz a encomenda do meu livro pela Livraria Cultura. Olhe o link do site da Livraria Cultura abaixo:

http://www.livrariacultura.com.br/busca?N=0&Ntt=ALFABETIZAR+AS+CRIAN%C3%87AS+NA+IDADE+CERTA

Fiz a encomenda do livro complementar a este - Alfabetização Método Sociolinguístico: Consciência social, silábica e alfabética em Paulo Freire", dos mesmos autores - discutindo um pouco mais a parte teórica no site do Extra. Olhe o link do site do Extra abaixo: 

http://www.extra.com.br/livros/LinguisticaOratoria/Linguistica/Livro-Alfabetizacao-Metodo-Sociolinguistico-Consciencia-SocialSilabica-e-Alfabetica-em-Paulo-Freire-Onaide-Schwartz-MendoncaOlympio-Correa-Mendonca-118242.html

Vamos conferir o livro lançado?


ALFABETIZAR AS CRIANÇAS NA IDADE CERTA
09 de outubro de 20130

A sugestão de hoje trata de um assunto muito importante, no qual os pais (ou responsáveis pela educação das crianças) devem ficar bem atentos: a alfabetização na idade adequada.
A Paulus Editora e os autores ONAIDE SCHWARTZ MENDONÇA e OLYMPIO CORREA MENDONÇA, para colaborar com o Plano Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) e apoiar os professores na sala de aula, lançam o livro “ALFABETIZAR AS CRIANÇAS NA IDADE CERTA COM PAULO FREIRE E EMILIA FERREIRO: PRÁTICAS”. Nesta obra, divulgam práticas comprovadamente eficazes para a alfabetização de crianças das camadas populares.
De acordo com os autores, alfabetizar com Paulo Freire e Emilia Ferreiro constitui um caminho seguro e eficiente para a alfabetização lúdica, reflexiva, conscientizadora, rumo à formação do leitor autônomo e crítico capaz de construir uma sociedade mais justa.
Para Onaide, o fracasso atual da alfabetização é resultado de décadas da divulgação de interpretações equivocadas sobre teorias de aprendizagem. “Ocorre que envolvidos com educação, sem experiência de sala de aula, ou pessoas que só conheceram as cartilhas tradicionais, ao conhecerem novas teorias abandonaram/proibiram o ensino de conhecimentos específicos (letra, sílabas, palavras, formação de frases) e todo tipo de metodologia”, completa.
Com isso, os autores, em 2007, publicaram o livro “Alfabetização – Método Sociolinguístico: Consciência Social, Silábica e Alfabética em Paulo Freire”, pela Editora Cortez, hoje em sua 3ª edição, contendo exemplos práticos e concepções de  proposta de alfabetização fundamentadas na linguística, sociolinguística e na psicolinguística.
A obra foi escrita para tentar ajudar alfabetizadores, coordenadores pedagógicos e pais que queiram aprender a alfabetizar. Contém diversidade de gêneros textuais, o que colabora no desenvolvimento do letramento, mostrando a função social da leitura e da escrita. Os textos são adequados à discussão do tema em foco e ao conteúdo de língua que estiver sendo trabalhado. São propostas centenas de atividades práticas que, se desenvolvidas, ajudam a ensinar as dificuldades da língua portuguesa.
“ALFABETIZAR AS CRIANÇAS NA IDADE CERTA COM PAULO FREIRE E EMILIA FERREIRO: PRÁTICAS”, de ONAIDE SCHWARTZ MENDONÇA e OLYMPIO CORREA MENDONÇA. Coleção “Apoio Pedagógico”, Editora Paulus, 272 páginas.




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Método Sociolinguístico de Alfabetização - Entrevista com a pesquisadora Dra. Onaide Swartz

Olá, queridos e queridas do blog!

Como disse na postagem do dia 26/01/2015, estou fazendo uma série de três postagens (esta é a segunda) relatando um pouco desta pesquisa sobre um novo método de alfabetização que tem sido usado nas escolas do município de Presidente Prudente. A pesquisadora que conduz este trabalho é a Dra. Onaides Swartz, a quem nós teremos a oportunidade de ler a entrevista abaixo, feita pela Revista Educação UOL.

Vamos conferir a entrevista?

Entrevistas
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Alfabetização

Professora eleva taxas de alfabetização com novo método


Por meio de método que enfatiza a oralidade e o diálogo, a pesquisadora Onaide Mendonça elevou as taxas de alfabetização de escolas municipais em Presidente Prudente



Marta Avancini
 

A combinação de princípios teóricos da linguística e da psicolinguística, tomando como ponto de partida as ideias e propostas de Paulo Freire, é o fundamento de um método de alfabetização desenvolvido na Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Presidente Prudente, pela professora e pesquisadora Onaide Schwartz Mendonça. A proposta, denominada de Método Sociolínguistico, foi adotada em escolas municipais de Presidente Prudente, com bons resultados: pesquisa realizada com 3,4 mil crianças do 1º e do 2º ano em 2011 e 2012 mostrou que, ao final de um ano letivo, 72,6% dos alunos estavam alfabetizados, proporção que sobe para 87,8% no 2º ano.
Em entrevista ao site de Educação, a pesquisadora conta como percebeu a possibilidade de fazer a junção de princípios teóricos e sua experiência em sala de aula, além de analisar a difusão do construtivismo no Brasil.
O método sociolinguístico resulta da combinação de sua experiência em sala de aula com seus estudos no mestrado e no doutorado. Como a senhora percebeu a possibilidade de fazer essa junção?
Estar à frente de uma sala de alfabetização e não saber por onde começar é desastroso. Dá insegurança e pavor em função da responsabilidade que é ter um número significativo de crianças para ensinar a ler e escrever. Ao conhecer a filosofia de educação de Paulo Freire, bem como seu método de alfabetização e a importância que dá ao diálogo, vi uma oportunidade de trazer a realidade das crianças para a sala de aula e garantir o seu interesse pelo mundo da leitura e da escrita.
Quais foram os pontos de contato entre esses dois universos que deram origem ao método?
Paulo Freire oferece a possibilidade de desenvolver a oralidade e ainda dá conta de ensinar os conteúdos específicos de língua organizando o trabalho do alfabetizador. Assim, verifiquei que se por um lado o construtivismo olha para o indivíduo, por outro, Freire vê a importância da socialização e quer todos os alunos lendo e escrevendo com autonomia, e ainda, capazes de intervir criticamente no cotidiano e no mundo em geral.
Paralelamente, as descobertas construtivistas de Emília Ferreiro nos ajudaram a direcionar atividades adequadas às dificuldades de cada criança para intervir pontualmente a fim de que construam e avancem em seus níveis de aprendizagem.
O que chamou sua atenção na proposta de Paulo Freire e como foi a transposição dessa proposta para a alfabetização de crianças?
O diálogo me chamou muito a atenção, pois envolve as crianças no processo de ensino/aprendizagem dando segurança e liberdade para questionarem o professor, assim não ficam com dúvidas sobre os conteúdos e aprendem a argumentar.
A ficha de descoberta é algo mágico para as crianças porque, ao apresentar três famílias silábicas de uma só vez, amplia rapidamente o repertório de conhecimento delas, o que possibilita que aprendam rápido e com alegria, sentindo-se capazes de descobrir, ler e escrever sozinhas cuja conquista valorizam muito.
A transposição para a proposta de Freire para crianças é extremamente simples, pois é só adequar à faixa etária das crianças o nível de questionamento e os textos a serem trabalhados nas palavras geradoras.
A partir de sua experiência e pesquisas, como a senhora analisa a maneira como se deu a difusão do construtivismo no Brasil?
As pessoas envolvidas com a alfabetização precisam compreender que construtivismo não é método de ensino, mas teoria de aprendizagem. Entretanto, no Brasil, a psicogênese da língua escrita foi divulgada como metodologia. As contribuições dessa teoria podem auxiliar muito a alfabetização desde que utilizadas corretamente, mas não foi o que ocorreu.
As secretarias de educação tentaram estabelecer uma relação entre as descobertas teóricas (os períodos e níveis de escrita) de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky e a sala de aula, mas sob uma ótica equivocada. O problema é a ênfase no letramento, ou seja, os usos que se faz da leitura e da escrita, que, entretanto, as crianças ainda não dominam, em detrimento da alfabetização propriamente dita.
Algumas práticas que se tornaram difundidas acabam tendo o efeito contrário do esperado: ao invés dos alunos ganharem autonomia, o processo acaba ficando centralizado no professor porque os alunos ficam sem elementos para avançar.
Por exemplo, o ensino sistemático com a leitura do alfabeto foi banido, pois sugerem que seja recitado ou cantado. Ora, o alfabeto foi criado pela humanidade para ser “lido”. Para que a alfabetização ocorra de modo eficiente, a primeira providencia é o professor explicitar o que e quais são as letras do alfabeto, sua combinação na produção e leitura de sílabas, palavras e textos. Isso é o básico da alfabetização que foi excluído das propostas oficiais.
Os professores também foram orientados a ler histórias, parlendas, poesias para as crianças e, em seguida, elas recontam o texto que é reescrito pelo professor na lousa. Esse trabalho deve ser feito diariamente até que os alunos decorem a história e a cópia do texto, ou seja, a cartilha foi tão criticada por fazer a leitura mecânica das famílias silábicas e em pleno século XXI os professores têm feito crianças decorarem textos inteiros.
Ler textos para os alunos é indispensável, porém ficar questionando sobre o título, autoria, gênero textual sem fornecer as informações necessárias para que os alunos realmente aprendam a ler e escrever é um tremendo equívoco que resultará na produção de futuros analfabetos jovens e adultos.
Erro semelhante seria limitar o trabalho aos aspectos técnicos da língua e se esquecer de mostrar a função social da leitura e da escrita e os diferentes gêneros textuais. Defendemos que se deve trabalhar tanto a alfabetização como o letramento em sala de aula, pois um complementa o outro para a formação de leitores e escritores autônomos.
Esse cenário só será modificado no dia em que os administradores da educação enxergarem que alfabetização é ensino de língua materna. Para assegurar que o profissional saiba o que está fazendo é indispensável prática, experiência de sala de aula, porque a sala de aula é o diferencial em alfabetização. É nela que se vê o que funciona para solucionar problemas de aprendizagem e se aprende a elaborar as melhores estratégias de ensino que garantem a aprendizagem.
Um discurso frequente na educação é o de que a experiência dos professores deve ser respeitada e aproveitada, porém, muitas vezes, quando alguém que veio da sala de aula se pronuncia de forma contrária às orientações oficiais é desqualificado. Ninguém ensina o que não sabe.
Como vem sendo a aplicação do método sociolinguístico na rede pública de Presidente Prudente?
Nem a secretaria de educação de Presidente Prudente nem os professores estavam contentes com os resultados da proposta que vinha sendo utilizada, por isso nos pediram ajuda.
Os professores sentiam necessidade de trabalhar a sílaba como estratégia que agiliza a aprendizagem das crianças, mas não queriam fazer um trabalho mecânico como o das cartilhas tradicionais. Apresentar as sílabas aos alunos acelera a alfabetização, mas como, em função das orientações oficiais, este trabalho não podia ser realizado, alguns professores o faziam escondido.
Assim, quando tomaram contato com nossa proposta metodológica e sugestões práticas de atividades, enxergaram a possibilidade de realizar um trabalho mais exitoso. Inicialmente, mais da metade dos professores da rede municipal de Presidente Prudente aderiram à proposta.
Uma das dificuldades da implantação da metodologia foi os professores entenderem e incorporarem o diálogo em sua prática. Alguns acham que conversar com as crianças é perda de tempo. Não percebem que o diálogo desenvolve o respeito mútuo, o aspecto cognitivo, valores, além de motivar para a aprendizagem. A maioria já reconheceu a importância e pratica o diálogo.


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