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Rioeduca: Jubileu de Ouro da E. M. Nicolau Antonio Taunay



Queridos amigos do Blog, 

Minha escola - Escola Municipal Nicolau Antonio Taunay - mais uma vez foi notícia no site do Rioeduca.net, da Secretaria de Educação da Prefeitura do Rio de Janeiro. O rioeduca é um blog com muitas dicas e notícias sobre a educação nas escolas públicas do Rio de Janeiro. Vale à pena passar por lá e dar uma conferida!!!

A notícia é sobre a comemoração de aniversário da escola: Jubileu de Ouro - 50 anos fazendo educação! O material postado foi produzido pela nossa talentosa professora Márcia Pessoa, regente de Sala de Leitura na Escola Municipal Nicolau Antonio Taunay.

Quarta-feira, 12/09/2012
Jubileu de Ouro da E. M. Nicolau Antônio Taunay

Tags: 3ªcre, escoladafamília, eventos.



A História é feita de pequenos momentos assinalados na linha do tempo. Alguns, mais marcantes precisam ser celebrados. A E. M. Nicolau Antônio Taunay, 3ª CRE, completou 50 anos de existência e comemorou com muita alegria e integração.



De pequenos fatos cotidianos que se faz história. Mesmo que, tantas vezes, nossas pequenas ações do dia a dia passem sem registro formal, é com elas que construímos nosso passado e para elas olharemos no futuro ao resgatarmos nossa identidade. De dias, se fazem semanas, meses, anos, décadas. E nos surpreendemos com o tempo que passou rápido e inexorável. Em uma escola, cada ano é realmente novo. Novos alunos, novos professores, novos desafios. Tudo novo de novo. Tantas vezes nos deparamos com aquela aluna de trancinhas que agora traz seu filho pela mão para confiá-lo a sua escola do coração.

A E. M. Nicolau Antônio Taunay comemorou, no último dia 20 de agosto, seus 50 anos. Todo o trabalho do primeiro semestre culminou com uma linda festa.









A pesquisa realizada pelos alunos nada deixou a dever aos melhores historiadores. Eles recolheram fotos das primeiras turmas da escola e fizeram um resumo dos fatos que marcaram cada uma das décadas em que a escola atuou.







Celebrar a história não significa viver no passado. Eles também trouxeram o mundo virtual para comemorar o aniversário da escola. O mural Facebook permitiu que as turmas postassem, curtissem e comentassem sua homenagem à escola que atende crianças da Educação Infantil ao 5º ano.







Um dos pontos altos da festa foram as homenagens. Um mural lembrava o papel de cada um para o desenvolvimento da escola ao longo do tempo. A atual equipe gestora foi homenageada por uma comissão composta de pais, alunos e funcionários. Mas a maior surpresa foi o reconhecimento de toda a comunidade escolar pelos serviços prestados por esta unidade escolar.







A turma do Sítio do Pica Pau Amarelo abriu, foi o fio condutor das apresentações que abrilhantaram a festa e também estavam presentes nos murais. O bolo era simbólico e, em ano de RIO + 20 só podia ser feito de material reciclado, assim como todas a decoração da comemoração.






Parabéns a toda equipe da E. M. Nicolau Antônio Taunay dos últimos 50 anos! No dia seguinte, eles começaram a escrever os próximos  cinquenta anos desta bela história.




Imagens enviadas em apresentação pela professora Márcia Pessoa





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Sugestões de Jogos On-Line de Alfabetização

Olá, amigos!!!!

Em homenagem ao Dia Internacional da Alfabetização - que foi ontem, dia 8 de setembro - postamos abaixo algumas sugestões de Jogos on-line de Alfabetização:





Smartkids:







Atividades do Alfabeto:






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Dia Mundial da Alfabetização - Dia 8 de Setembro - Entrevista com Emília Ferreiro

No Dia Mundial da Alfabetização o nosso blog reproduz uma entrevista com a Pesquisadora Psicolinguista Emília Ferreiro, grande ícone na Alfabetização por ter sua tese onde apresenta os diferentes níveis de construção da escrita. 

Segue abaixo a entrevista, retirada do site Nova Escola.


14 de maio de 2011
Por Márcio Ferrari
Emilia Ferreiro: ''O momento atual é interessante porque põe a escola em crise''
Segundo Emilia Ferreiro, as mudanças tecnológicas e sociais trouxeram maiores exigências ao trabalho de alfabetização


Leia abaixo a entrevista concedida pela psicolinguista argentina Emilia Ferreiro a NOVA ESCOLA em outubro de 2006. Emilia esteve em São Paulo para participar da 1ª Semana Victor Civita de Educação. Aqui ela avalia as mudanças ocorridas nas práticas de leitura e escrita nas últimas décadas, como consequência sobretudo das inovações tecnológicas no campo da informática.


Como se alteraram as concepções de alfabetização nestes quase 30 anos desde que foi publicado seu livro Psicogênese da Língua Escrita? 


Emilia Ferreiro: Mudou a concepção social do alfabetizado. O que se requer de uma pessoa alfabetizada hoje em dia é bem diferente do que em meados do século 20. Não é mais suficiente saber assinar o nome e conseguir ler instruções simples, como era na época da Segunda Guerra Mundial. Do ponto de vista dos usos sociais da escrita no mundo contemporâneo, temos uma complexidade cada vez maior. As circunstâncias de uso de leitura se tornaram muito frequentes e variadas. O que não mudou é o tipo de esforço cognitivo exigido por esse sistema de marcas que a sociedade apresenta em espaços muito variados e a instituição escolar é obrigada a transmitir. O problema da relação entre essas marcas escritas e a língua oral continua sendo um mistério total nos primeiros momentos da alfabetização.


E quanto ao ensino?


Emilia Ferreiro: Uma mudança positiva é que já não se consideram as produções das crianças de 4 ou 5 anos como tentativas erradas ou rabiscos, a exemplo do que se dizia antigamente, mas sim como uma espécie de escrita. Parece-me que agora há uma atitude positiva, como sempre houve em relação aos primeiros desenhos. Outro avanço tem a ver com não se assustar quando crianças pequenas querem escrever. Antes elas eram desestimuladas porque se achava que não "estavam na idade". Também se reconhece a importância de ler em voz alta para elas desde muito cedo. Já se sabe que existe uma diferença grande entre ler e contar uma história. Há um pequeno avanço - não tanto quanto deveria haver - na prática de ler textos distintos e na valorização da biblioteca de sala de aula. A simples atividade de ordenar os livros com as crianças, usando critérios múltiplos, já as aproxima muito da leitura e enriquece a escrita. 



As coisas estão melhorando, então? 


Emilia Ferreiro: Evidentemente estou dando uma visão muito positiva. Sei que há um grande número de professores tradicionais que não mudaram nada e continuam usando cartilhas dos anos 1920 e 1930. A instituição escolar é muito conservadora, muda com dificuldade. O importante é ter consciência de que ela não está definida para sempre. O que ocorre fora a afeta e ela não pode fechar os olhos. Este é um momento interessante pelo avanço tecnológico, que põe a escola um pouco em crise. Existem coisas que poderiam ter constituído avanço, porém foram muito mal compreendidas, como acreditar que os níveis de conceitualização da leitura pela criança mudam por si mesmas e que não é preciso ensinar, apenas deixar que ela construa seu conhecimento sozinha. 



As novas tecnologias trouxeram mudanças importantes?


Emilia Ferreiro: Sim, se aceitarmos que o conceito de alfabetização não é fixo, mas uma construção histórica que muda conforme se alteram as exigências sociais e as tecnologias de produção de texto. Os novos meios entram não somente na vida profissional, mas no cotidiano pessoal. Permitem ler e produzir textos e também fazê-los circular de maneira absolutamente inédita. No ano passado a Western Union, empresa que tinha o monopólio dos telegramas nos Estados Unidos, anunciou em sua página da internet que estava extinguindo esse serviço. Os telegramas tiveram muita importância no século 20, anunciando contratações, demissões, nascimentos e mortes - agora simplesmente não existem mais. Vemos então a desaparição de certos gêneros e a aparição de outros. O texto de email, por exemplo, não tem regras definidas. Não é como uma carta formal: podemos dizer se ela está bem escrita ou não, porque há um paradigma claro para isso. Quanto ao correio eletrônico, não. Algumas pessoas começam tradicionalmente, escrevendo "querido fulano", dois pontos, e continuam abaixo. Como se fosse uma carta formal. Muitos começam com "olá" ou mesmo sem nenhuma introdução - vai-se diretamente para o texto da mensagem. Tampouco se sabe como terminar. Alguns põem o nome; outros não, porque já está escrito no cabeçalho. É uma espécie de escrita selvagem. Não está normatizada e se prolifera. É difícil dizer se acabará constituindo um estilo. 



O que significa, então, estar alfabetizado hoje?


Emilia Ferreiro: É poder transitar com eficiência e sem temor numa intrincada trama de práticas sociais ligadas à escrita. Ou seja, trata-se de produzir textos nos suportes que a cultura define como adequados para as diferentes práticas, interpretar textos de variados graus de dificuldade em virtude de propósitos igualmente variados, buscar e obter diversos tipos de dados em papel ou tela e também, não se pode esquecer, apreciar a beleza e a inteligência de um certo modo de composição, de um certo ordenamento peculiar das palavras que encerra a beleza da obra literária. Se algo parecido com isso é estar alfabetizado hoje em dia, fica claro por que tem sido tão difícil. Não é uma tarefa para se cumprir em um ano, mas ao longo da escolaridade. Quanto mais cedo começar, melhor. 



E possível dizer quando termina?


Emilia Ferreiro: Difícil... Eu tenho duas classes de pós-graduação e continuo alfabetizando meus alunos, porque é a primeira vez que enfrentam um certo tipo de texto que apenas a literatura especializada produz e é difícil de ler. Além disso, eles têm de escrever um objeto denominado tese, que também não é fácil de escrever, primeiro porque é algo que se produz apenas uma ou duas vezes na vida e nunca mais; segundo porque é uma combinação de texto descritivo e argumentativo, com características próprias. Ler fazendo uma pesquisa na internet é um modo particular de ler, tirando informações e tomando decisões rapidamente. Os tempos de utilização da internet podem ser prolongados, mas o mais comum é que se faça um uso ágil. Não é o mesmo que entrar numa biblioteca. A quantidade de erros de ortografia que se registram nos emails é enorme. Isso porque a utilização é muito rápida e não costuma exigir correção. Escreve-se e manda-se. Se for necessário dizer mais alguma coisa, manda-se outro. 



No Brasil, os adolescentes criaram todo um código para se comunicar pela internet. 

Emilia Ferreiro: Isso acontece em toda parte; é um fenômeno muito generalizado. Uma vez mais, não sabemos se é uma tendência importante ou se passará sem deixar marcas. O certo é que eles estão fazendo com a escrita um jogo muito divertido. É uma transgressão, mas para isso é preciso conhecer alguma coisa da escrita. Porque afinal alguém tem que receber essa mensagem e ler, ou seja, é preciso dar pistas para ser entendido. Um dado curioso é que o uso generalizado da letra K nesse tipo de mensagem parece quase obrigatório. Acontece também em espanhol, no qual o K é tão raro quanto em português. E também é um recurso das crianças nas fases iniciais da alfabetização. A letra K sempre tem o mesmo som, enquanto a letra C não é confiável, tem muitos sons diferentes. Então as crianças ficam mais seguras usando o K. 



O e-mail incentiva a prática da escrita?


Emilia Ferreiro: Acho que sim. Talvez não se leiam tantos livros atualmente, mas há mais ocasiões de praticar a leitura e a escrita do que antes. Quando são feitas pesquisas acerca do comportamento leitor de uma população, a pergunta inevitável é: "Quantos livros leu no último ano?" Os resultados na América Latina costumam ser lamentáveis, mas não se pode tirar imediatamente a conclusão de que, no geral, se lê menos. Certamente a leitura de um livro e do resultado de uma partida de futebol numa página da web não são equivalentes em termos de esforço leitor; são práticas muito diferentes. 



Isso pode levar a um maior interesse pela leitura em geral, que acabe se refletindo na leitura de livros?


Emilia Ferreiro: Talvez, mas seguramente não há uma relação de causa e efeito. Na medida em que alguém pratica mais, torna-se mais competente e quem sabe possa atrever-se a outros gêneros, suportes e obras frente aos quais antes tinha uma atitude de rechaço ou temor. O que é importante distinguir é que sob o verbo ler estamos agrupando muitos tipos de leitura e o mesmo vale para o verbo escrever. Pelo lado de quem lê ou escreve, há diversidade de propósitos, de circunstâncias, de tempo de organização. E pelo lado daquilo que se lê e se escreve - ou seja, os gêneros - também há diversidade e deve-se incluir agora os emails, os chats etc. Por isso é tão ambíguo o discurso sobre a introdução das tecnologias no âmbito escolar. O professor não sabe bem o que fazer com ele. Então inventou-se a sala de informática, freqüentada apenas em horários determinados. É uma maneira de não incluir o computador na atividade cotidiana. A introdução dos computadores na escola é mais uma manobra econômica do que uma necessidade pedagógica sentida como tal. 



Muitas escolas têm computadores não conectados à internet. Costuma-se dizer que não servem para nada. 


Emilia Ferreiro: Ao contrário, são muito úteis. A escola sempre trabalhou mal a revisão de texto e os alunos sempre odiaram fazê-la, porque num texto à mão as correções deixam um aspecto horrível. E é preciso passar a limpo, voltar a escrever tudo. Com um processador de texto, a revisão se torna um jogo: experimentamos suprimir trechos ou mudá-los de lugar, com a possibilidade de desfazer se não ficar bom. Depois de muitíssimas intervenções, o que temos na tela é um texto limpo, pronto para ser impresso. A revisão é fundamental para que as crianças assumam a responsabilidade pela correção e clareza do que escrevem. E com o processador de texto elas podem trabalhar também com uma coisa que nunca trabalharam, o formato: largura das linhas, mudanças tipográficas, sublinhamento, manipulação do tamanho das letras etc. 



Os computadores podem ser mais um estímulo para a alfabetização? 


Emilia Ferreiro: Nos lugares em que as crianças têm computadores em casa, o fato de haver na escola não fascina muito, embora elas possam descobrir novos usos ao trabalhar em grupos na sala de aula. Mas nas camadas mais desfavorecidas da população os computadores possuem mais atrativos, porque todos sabem que é um objeto muito valorizado socialmente e tem múltiplos usos possíveis. O problema é que os computadores necessitam de suporte técnico e, quando são instalados na escola, ninguém se lembra disso. Portanto, muitas vezes as máquinas estão lá, só que inutilizadas.


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Atividades - Dia da Independência do Brasil - 7 de Setembro

Abaixo seguem algumas sugestões de atividades para estimular a conversa sobre o Dia da Independência do Brasil...







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Dia da Independência do Brasil - 7 de setembro





Independência ou Morte: 7 de setembro de 1822 - quadro de Pedro Américo


Um pouco de história...

Introdução

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."

O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.
O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.
Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.



Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.
Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

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Setembro - Calendário de Datas Comemorativas



Calendário de Datas Comemorativas - Setembro:















01 · Início da Semana da pátria
01 · Dia do Profissional de Educação Física
02 · Dia do Repórter Fotográfico
 
03 · Dia do Guarda Civil
 
03 · Dia do Biólogo
05 · Dia Oficial da Farmácia
 
05 · Dia da Amazônia
06 · Dia do Alfaiate
 
06 · Oficialização da letra do  Hino Nacional
 
07 · Independência do Brasil
08 · Dia Internacional da Alfabetização
09 · Dia do Administrador
 
09 · Dia do Médico Veterinário
 
09 · Dia da Velocidade
 
10 · Fundação do 1º Jornal do Brasil
12 . Dia do operador de rastreamento
14 · Dia da Cruz
 
14 · Dia do Frevo
15 . Dia do Cliente
15 . Dia Nacional do Musicoterapeuta
16 · Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio
17 · Dia da Compreensão Mundial
18 · Dia dos Símbolos Nacionais
19 · Dia de São Geraldo
 
19 · Dia do Teatro
 
20 · Dia do Funcionário Municipal 
20 · Dia do Gaúcho
 
21 · Dia da Árvore
 
21 · Dia do Fazendeiro
 
21 . Dia da Luta Nacional das Pessoas com Deficiências
22 · Data da Juventude do Brasil
22. Dia do Contador
23. Início da Primavera
23 · Início da primavera
 
23 · Dia do Soldador
23. Dia do Técnico Industrial e do Técnico em Edificações
23 . Dia do sorvete
25 ·  Dia Nacional do Trânsito
26 · Dia Interamericano das Relações Públicas
26. Dia Nacional do Surdo
27 · Dia de Cosme e Damião
 
27 · Dia do Encanador
 
27 · Dia Mundial de Turismo
27. Dia Nacional do Idoso
28 · Dia da Lei do Ventre Livre
29 · Dia do Anunciante
 
29 · Dia do Petróleo
 
30 · Dia da Secretária
30 · Dia da Navegação
 
30 · Dia Mundial do Tradutor
 
30 · Dia Nacional do Jornaleiro

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Dia do Professor de Educação Física - Dia 1º de Setembro




Dia para comemorar a atuação de profissionais que zelam pela saúde da sociedade, tornando-a mais saudável desde os primeiros meses...
PARABÉNS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA!!!


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